domingo, 14 de junho de 2015

Negócio LOCAL concorrência GLOBAL

Foi-se o tempo em que Empreender bastava uma boa ideia e colocar em prática sem qualquer planejamento prévio, estudo do mercado ou se quer uma simples análise da concorrência. Em tempos  de mercado sem fronteira dificilmente há espaço para "amadores". Além de obstáculos como a acentuada carga tributária, a elevada taxa de juros, a burocracia excessiva e a falta de conhecimento em gestão, pequenos negócios e microempreendedores individuais brasileiros tem enfrentado vários desafios para inovar e ganhar competitividade no mercado global. A concorrência dos importados, por exemplo, ameaça a competitividade das empresas brasileiras, que deve ser enfrentada com ações e produtos inovadores, cujos reflexos serão percebidos com mais evidência quando passamos a ter mais apoio e incentivos de políticas voltada para ampliação da educação empreendedora.

Segundo o prof. Jose Carlos Silva o mercado funciona como um bolo de aniversário na qual você é um dos participantes e como menos convidado comparecer sua fatia será maior. Com o passar tempo mais e mais pessoas vão chegando e e sua fatia será cada vez menor e qual sua alternativa se não começar a frequentar os "aniversários" e também comer de outros bolos?. Portanto, assim como vários negócios estão invadindo seu espaço não há outra opção a não ser entrar no espaço do outro caso queira permanecer competindo. E como fazer isto? Há várias alternativas, seja através do estudo de viabilidade de abertura de filial física ou migrar para o ambiente virtual, seja passar a comercializar novos produtos e serviços ou investir na ampliação de publicidade para alcance maior de sua marca e a assim atrair novos consumidores que ainda não conhece seu negócio.

Uma coisa é certa, o sucesso e permanência não vem por acaso. Esta é uma máxima do mundo negócios que deve ser levada a sério pelos empreendedores. O fato é que a combinação entre boas ideias, muito trabalho, gestão do negócio e inovação pode ajudar a encurtar o caminho rumo ao topo.

sábado, 13 de junho de 2015

O que todo empreendedor digital deve ler

Para ter sucesso em negócios digitais, você tem que entender que está entrando em uma longa trajetória (eu já estou nela há quase vinte anos) de aprendizado empírico. Este aprendizado pode ser organizado em quatro áreas: os evangelistas, os executores, os investidores e os praticantes.
Para a área de evangelistas, três autores e livros são essenciais: Steve Blank, com “The Four Steps to the Epiphany”, Eric Ries, com “A Startup Enxuta”, e Alexander Osterwalder, com “Business Model Generation”.

Além desses, é bom conhecer também o “Running Lean”, de Ash Maurya, o “Atravessando o abismo”, de Geoffrey Moore, e os livros do Clayton Christensen, como o “O Dilema do inovador”. Ainda quanto aos evangelistas, algumas referências menos densas como Brant Cooper, com “The Lean Entrepreneur”, e Jessica Livingston, com “Founders at Work”, também são interessantes.
A área de executores é formada pelos artistas. Além dos óbvios Steve Jobs, Bill Gates, Mark Zuckerberg, Jeff Bezzos e Jerry Yang, é importante ressaltar algumas novas referências como Marc Andreessen (Netscape), Steve Blank (da E.piphany), Max Levchin e Peter Thiel (do PayPal), Jack Dorsey (Twitter), Elon Musk (Tesla e SpaceX) e Marisa Mayer (Yahoo). A boa notícia é que um dos melhores livros que já li nesta área é brasileiro: “Sonho Grande”, da Cristiane Correa.
Os investidores de risco, cujo papel é muitas vezes incompreendido, têm habilidade cirúrgica para cortar o que é irrelevante e decidir sempre pelo imperativo do lucro e do retorno sobre o capital investido. Isto é a única coisa que mantém o sistema saudável no longo prazo. Muitas vezes os investidores não publicam livros, mas blogam. Por isso, é possível aprender bastante com alguns deles, como Dave McLurePaul GrahamBrad FeldMark SusterMark Andreessen/Ben Horowitz e Fred Wilson.
Para quem quer ainda assim ler livros, temos “The Hard Thing about Hard Things: Building a Business When There Are No Easy Answers”, do Ben Horowitz, “Hackers & Painters: Big Ideas from the Computer Age”, do Paul Graham, e “The Startup Game: Inside the Partnership between Venture Capitalists and Entrepreneurs”, do William Draper.
Com os praticantes, tudo o que você leu se materializa. Você precisa entender como descobrir quem é seu cliente, qual é o seu produto, como fazer produtos, medir, fazer marketing digital e desenvolver software, além da experiência de usuário e análise de dados. Neste contexto, o primeiro e mais importante livro é o “Inspired”, de Marty Cagan, que disseca o processo de desenvolvimento de produtos digitais. O “Guia do Fundador de Startups”, do Steve Blank, também tem insights importantes. Depois disso, minha sugestão é megulhar no “Lean Analytics”, do Alistair Croll e do Ben Yoskovitz.
Para marketing digital, “Made to Stick: Why Some Ideas Survive and Others Die”, do Chip Heath, e “Positioning”, do Olivier Blanchard. Seth Godin tem pelo menos cinco bons livros, vale a pena ler no mínimo o “Permission Marketing”. Sobre experiência de uso, um livro leve é o “Lean UX”, do Jeff Gothelf. Sobre o funcionamento da cabeça do seu cliente, eu gosto muito do “Thinking Fast & Slow”, do Daniel Kahneman.
Talvez essa lista pareça impossível, mas uma boa estante e uma estratégia de aprendizado continuado são seus principais aliados na trajetória de se tornar umempreendedor digital de sucesso. Esse negócio não é uma corrida curta, mas uma “ultra maratona cross country”. Para ter sucesso você tem que combinar resiliência, aprendizado e análise ágil de contexto. 
Fonte: EXAME PME

sexta-feira, 12 de junho de 2015

As principais tendências para negócios na web

Antes de falar de tendências para negócios digitais, temos que abordar as características de dois cenários com ecossistemas de tecnologia com estruturas de financiamento muito diferentes: enquanto os Estados Unidos têm muito dinheiro disponível para venture capital (29,4 bilhões de dólares em 2013, segundo a PWC) e muitas opções de saída em um cenário de afrouxamento monetário e juros zero.
No Brasil temos o inverso: algum dinheiro para capital semente, mas pouco para investimentos subsequentes, renda fixa em dois dígitos e muita instabilidade regulatória.
Com isso, formam-se dois mercados bastante diferentes. Nos Estados Unidos, uma das principais tendências que já podemos observar é a “internet das coisas”: o uso de sensores, big data e inteligência artificial para que máquinas resolvam problemas que antes eram resolvidos por pessoas.
Outra novidade são as “startups de hardware”, ligadas ao que chamamos de “wearables”, dispositivos e sistemas operacionais que atacam o celular como principal força de interação do usuário.
A criação do Google Glass e a evolução do conceito do Android Wear, além da compra da Nest Labs pelo Google, evidenciam essa tendência. Vale citar ainda a impressão 3D.
Podemos dizer que o que era tendência há algum tempo nos EUA, como ferramentas de troca de mensagens, ecossistema de APIs, mobile, social, cloud, sensores e big data, hoje são ferramentas estáveis para construção das novas tendências. No Brasil, apesar de podermos considerar esses itens ainda como novidade não temos estrutura de financiamento suficiente para emplacá-los.
Por aqui, vemos ainda uma consolidação da primeira onda de venture capital, que aconteceu entre 2011 e 2013 com três players relevantes: Hotel Urbano, Peixe Urbano e Dafiti, e algumas apostas interessantes em serviços financeiros, como o Bidu. Hoje temos uma quantidade razoável de capital semente, inclusive com interferência governamental, mas muita dificuldade para rounds subsequentes em startups já estabelecidas.
Com isso, acredito que a maior tendência no Brasil é emergir um modelo de venture capital especial, que não segue o modelo americano e leva em conta a particularidade do nosso cenário.
A primeira tendência que podemos observar é a emergência de uma nova geração de produtos B2B2C, ou seja, criados para empresas que já tenham clientes e capacidade para cobrar, provisionar e atender, o que elimina alguns riscos.
Empresas de BigData, cloud e social serão adquiridas ou montadas por empresas de TI maiores, que precisam se atualizar e têm muito mercado para “cross sell”. Outra aposta são startups que resolvem problemas de burocracia, classes de ativo como financiamento imobiliário, por exemplo, que aqui no Brasil não funcionam na mesma velocidade que o crédito automotivo.
O sucesso do aplicativo PlayKids na Apple Store americana comprova que o mercado de produtos para crianças também tem um bom potencial, e o IPO da Abril Educação em 2011 mostra como pode ser grande a oportunidade para startups ligadas à educação, uma vez que é alto o poder da venda recorrente para a população brasileira, ainda jovem. Por fim, devem aparecer dúvidas sobre novos investimentos em varejo, a não ser para players já estabelecidos.
Esse novo modelo deve surgir em um cenário confuso, com realização da Copa do Mundo e eleições, e deve enfrentar dificuldades como saídas de financiamento, custo Brasil e geração de talentos. 
Em resumo, ironicamente o novo modelo de investimento em capital “de risco” deve ser mais “cauteloso”, baseado em startups ligadas a grupos já estabelecidos que buscam receita recorrente e inovação de produto para usuários já existentes. As saídas deverão ser pequenas e baseadas em aquisições estratégicas sem nenhum IPO à vista. 
Fonte: EXAME PME

quarta-feira, 3 de junho de 2015

"O Boticário" é criticado nas redes sociais após comercial com casais gays

campanha da marca de cosméticos "O Boticário" que mistura casais heterossexuais e gays está causando polêmica na internet.

Vídeo tem mais de 176 mil "não curtir" e pouco mais de 314 mil "curtir"
Além disso, havia pelo menos oito registros de queixa contra a empresa por causa do comercial no site "Reclame aqui". 
Procurada pelo UOL, a empresa encaminhou a mesma resposta que está publicando em resposta a algumas postagens na internet:
"O Boticário acredita na beleza das relações, presente em toda sua comunicação. A proposta da campanha 'Casais', que estreou em TV aberta no dia 24 de maio, é abordar, com respeito e sensibilidade, a ressonância atual sobre as mais diferentes formas de amor ? independentemente de idade, raça, gênero ou orientação sexual - representadas pelo prazer em presentear a pessoa amada no Dia dos Namorados. O Boticário reitera, ainda, que valoriza a tolerância e respeita a diversidade de escolhas e pontos de vista."

'Expor crianças' e 'afrontar a família brasileira'

Entre as críticas feitas por alguns internautas estão o fato de "banalizar" o assunto, expor crianças ao tema e afrontar a família brasileira. A maioria afirmou que vai parar de consumir produtos da marca.
Um dos comentários registrados afirma que a campanha vai enfraquecer a marca entre evangélicos:
"Achei ridículo e desrespeitoso a nova Campanha da Boticário que estimula o homossexualismo, como se não bastasse todos os ataques que a família tradicional vem sofrendo através das novelas da Globo, de políticos como Jean Wyllys, eis que surge a Boticário para aumentar as fileiras de afronta para com a família brasileira, se fosse para respeitar a proporcionalidade, por que colocar 02 casais gays e 02 casais héteros, e isso em qualquer horário, tenhamos filhos ou não! Te garanto que com a campanha que estamos fazendo, a Boticário perderá e muito entre os evangélicos e conservadores!"

Outros casos

A marca não é a primeira a apostar na diversidade sexual para se posicionar no mercado. Sonho de Valsa, Gol, Renault e Microsoft já fizeram comerciais com casais do mesmo sexo ou promovendo a diversidade sexual.
Com informações do uol economia 

domingo, 31 de maio de 2015

Facebook agora suporta GIFs animados oficialmente

O Facebook ganhou suporte oficial para GIFs, permitindo que os usuários tenham mais um recurso para expressarem seus sentimentos e possam se divertir por meio das publicações.



A rede social já contava com suporte para GIFs animados, mas isso só era possível graças à solução da Giphy. A ferramenta, no entanto, não permitia que os usuários compartilhassem GIFs de maneira tão simples quanto agora.

Com a nova adição, agora os usuários podem compartilhar seus GIFs preferidos apenas inserindo a URL da imagem na caixa de texto do feed ou nos comentários. Assim, ao publicar a mensagem, o Facebook se encarregará de transformar a URL em uma imagem animada. As URLs poderão vir de qualquer site, como Tumblr ou Imgur.

Diante da crescente popularidade das imagens animadas em outras plataformas e redes sociais, o Facebook decidiu disponibilizar o suporte para GIFs nas publicações dos usuários depois de anunciar que também incluirá uma ferramenta de personalização de GIFs nas conversas do Facebook Messenger.

De acordo com a rede social, a nova função ainda não está disponível para todos os usuários e será liberada gradativamente para todo mundo. Além disso, os GIFs não foram disponibilizados para as páginas da rede social.

Fonte:imasters

Como colocar senha no WhatsApp

O WhatsApp Lock é um aplicativo para Android cujo objetivo é adicionar um recurso bem interessante e que talvez pudesse ser uma funcionalidade já oferecida pelo WhatsApp: o bloqueio do app por senha. Basta fazer uma rápida configuração neste programinha para que o seu mensageiro instantâneo fique protegido dos bisbilhoteiros.

O aplicativo é bastante leve e não prejudica o desempenho do seu smartphone. Com um funcionamento bem simples, o WhatsApp Lock não precisa de muito trabalho para iniciar sua proteção no WhatsApp. Logo após executá-lo, o usuário é convidado a inserir quatro dígitos que formarão a sua senha.
Basta confirmá-la e depois configurar opções como o tempo de bloqueio automático e comandos gestuais que podem bloquear o WhatsApp. Depois, é só acessar o próprio WhatsApp e confirmar se o bloqueio deu certo. Caso tenha tudo sido feito de maneira correta, uma janela como a que você inseriu a senha no WhatsApp Lock vai aparecer.
Insira os números que você registrou e, pronto, seu WhatsApp estará desbloqueado! Esta é uma funcionalidade perfeita para manter seu programa de mensagens sempre longe de pessoas que pegam seu celular ou até mesmo para mantê-lo seguro caso o smartphone seja perdido ou roubado.

Fonte: TECHTUDO

10 motivos para você não criar uma loja virtual

Os números do e-commerce no Brasil têm feito não só empresas do mundo físico criarem seu braço virtual na internet, como também têm estimulado muitos brasileiros empreendedores a tentarem a sorte no mundo virtual. Não quero jogar um “balde de água fria” nas empresas ou empreendedores que vislumbram no comércio eletrônico riqueza com pouco trabalho, mas posso citar ao menos 10 bons motivos para não criar uma loja virtual.



1. Loja virtual


Meu sobrinho “manja” muito de internet e vai fazer pra mim um logotipo e uma loja virtual simplesinha mesmo.


Cai Fora!



Existem vários sistemas de loja virtual para você escolher. Próprio ou alugado (polêmicas à parte), escolha um que seja profissional, que passe credibilidade ao internauta e capriche muito no layout.


2. Formas de pagamento


Pretendo oferecer para meu cliente a opção de pagamento “depósito bancário”, no meu nome de Pessoa Física, na minha conta poupança


Cai Fora!


Seu cliente quer pagar com comodidade, no cartão de crédito, preferencialmente. Existem muitas soluções atualmente que ajudam no início de uma loja virtual, entre elas PagSeguro e Pagamento Digital.


3. Estoque

Sou esperto, vou primeiro vender, receber e depois comprar em seu fornecedor.


Cai Fora!


Para isso você precisa ter um esquema MUITO bem feito com seu fornecedor, para receber o produto muito rápido (em poucas horas) e com a garantia dele que sempre vai ter o produto disponível para pronta entrega, o que nem sempre é possível.
Seu cliente sempre quer receber amanhã. Mesmo que ele ainda nem tenha pago o boleto bancário, ele já acha que você está enrolando e atrasando a entrega.


4. Correio e-Sedex


Não vou fazer um contrato de consumo mínimo mensal de R$ 1.000,00 com os correios só para ter taxa entrega mais barata. Quem paga é o meu cliente mesmo…


Cai Fora!


Confira uns exemplos de valores de entrega:

Sedex de 300g. de São Paulo para Brasilia = R$ 21,50

E–Sedex de 300g. de São Paulo para Brasilia = R$ 7,71

Sedex de 1kg de São Paulo para São Paulo = R$ 10,50

E–Sedex de 1kg de São Paulo para São Paulo = R$ 5,50

Você pretende conquistar o cliente de outra loja virtual, oferecendo uma taxa de entrega maior?
Existem outras boas opções de empresas que fazem entrega, mas oferecer o e-Sedex no início de sua loja virtual é uma obrigação com o seu cliente.


5. Atendimento ao cliente


Pretendo responder aos emails dos meus clientes assim que eu chegar em casa à noite, após o meu serviço.


Cai Fora!


Email, chat, helpdesk, telefone e outras formas de atendimento têm que estar à disposição do seu cliente e a resposta tem que ser IMEDIATA.
Se você não atender à necessidade ou dúvida do seu cliente rapidamente, seu concorrente vai atender.
Uma mensagem no orkut ou no twitter contra sua empresa pode ser devastadora se não acompanhada de perto e com ações rápidas.


6. Detalhes do produto


Não tenho foto e texto legal, tô pegando em alguns sites concorrentes.


Cai Fora!


Este item é grande e merece um artigo só dele, pois o cadastro de um produto exige fotos com qualidade, especificações técnicas completas, instruções de uso e, se possível, vídeo.
Os detalhes sobre seu produto devem ser como um vendedor online, ele tem que tirar imediatamente todas possíveis dúvidas do seu cliente.


7. Publicidade “paga“

Não vou investir em publicidade “paga“, conheço muita gente que já fez anúncios em links patrocinados e não vendeu nada.


Cai Fora!


Utilizar a ferramenta para criar um anúncio no Google Adwords é muito fácil mesmo, mas criar a estratégia do anúncio, o texto e escolher as palavras-chave de forma a investir pouco dinheiro, infelizmente não é para qualquer um, é necessário muito treino e estudo. Contrate um profissional para isso e foque seu trabalho em administrar seu negócio.


8. Publicidade “gratuita“

Só vou investir em publicidade “gratuita“, não tenho dinheiro pra jogar fora com anúncios pagos.


Cai Fora!


Atualmente é possível conseguir publicidade gratuita de diversas formas, inclusive as mídias sociais nos ajudam bastante nisso – lógico que se usadas com sabedoria.
Há uma grande loja virtual que diz que não investe dinheiro em publicidade. Eu discordo disso, pois podemos não investir diretamente no canal de publicidade, mas precisa de alguém para criar e executar as ações de publicidade gratuita.

9. Nota fiscal

Vou começar a vender pela internet e, se der certo, eu abro minha empresa.


Cai Fora!


Ter uma empresa legalizada não é só uma obrigação com o governo, mas principalmente com o seu cliente, que deve e sempre exigirá uma nota fiscal do produto comprado.

10. Planejamento

Acho que todos os motivos acima são bobeira e é perfeitamente possível ter sucesso sem levar em conta estes motivos.


Cai Fora!


O primeiro passo é montar um plano de negócios para sua loja virtual,

mesmo que ele seja simplificado. Veja algumas dicas no artigo “Faça um plano de negócios para montar sua loja virtual”.


Finalizando esse artigo, quero deixar um conselho: CAIA DENTRO!

Trabalhe seriamente, levando em consideração essas dicas, e sua loja virtual terá tudo para ser um grande sucesso na internet.

Se quer acrescentar um motivo, ou discordar de algum acima, deixe seu comentário.


Fonte: imaters